quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O texto "As forças do passado moldam o futuro", de Nélia Del Bianco, fala-nos basicamente sobre o quão o rádio é importante no meio da comunicação social. O rádio surgiu como uma ferramente incrível e como a melhor da época para todas os jornalistas, porém foi perdendo o seu espaço conforme foram surgindo novas ferramentas como o computador com a internet e a própria televisão. Atualmente vivemos a era digital e o que tem acontecido é a moldura do rádio, que era uma ferramente importantíssima do passado e que agora está passando por um processo de readaptação à sociedade.
As dificuldades desta transição são variadas e, por isso, o processo é um pouco mais complicado do que o que a televisão passou. Novos aparelhos e readaptações das frequências são somente alguns dos procedimentos pelo qual o rádio deverá passar para se adequar ao mundo digital. O sistema que o Brasil deverá implanter possivelmente será semelhante ao do IBOC, pois este não exige a troca do dial e de frequências. Ainda está complicado resolver esta situação, mas a negociação continua para que seja adotado, sim, um sistema semelhante ao padrão digital americano. O que não se sabe, porém, é quando vai acontecer.
O texto "Não é mais possível pensar o rádio como antes", de Magda Cunha, nos mostra que as novas tecnologias podem, sim, ser uma alida do rádio. Antigamente quem quisesse ouvir notícias do dia-a-dia ligava o seu radinho de pilha de manhã cedo e escutava, porém a transmissão do rádio sofreu grandes transformações após o surgimento da internet e da televisão. Atualmente é possível escutar a frenquência da rádio que você quiser pela própria internet ou até mesmo na sua televisão de casa.
Apesar de diminuir os ouvintes do aparelho de rádio em si, isto só comprova a grande força que este meio de comunicação ainda tem nos dias de hoje. A única diferença é que ele vai sofrendo, com o passar dos anos, adaptações para que possa ser transmitido nas novas tecnologias e para que não seja exterminado de uma vez por todas na sociedade. Tanto a TV quanto a internet ajudam nesse processo e não deixam o rádio morrer. O que muda é a forma como este aparelho é visto na sociedade e está claro que não enxergamos mais o rádio como anteriormente, pois as tecnologias transformaram o meio.
Luciano Kaminski e Emílio Camera
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