sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Programa de Televisão: Experiência incrível

Na última aula do Laboratório de Jornalismo, do dia 22/11/2012, tivemos uma experiência muito bacana gravando um programa de TV. Como combinado nas aulas anteriores, a turma seria dividida em grupos que seriam os mesmo do programa de rádio. Agora a diferença é que a ordem de gravação dos grupos foi alterada. Todos se prepararam durante a semana ensaiando falas e cronometrando o tempo que daria para formar os oito minutos mínimos de cada bloco.

Cada grupo tinha que ter um convidado especial para fazer um debate no primeiro ou segundo bloco. Apesar das preocupações iniciais de cada um, tudo ocorreu como planejado e esta experiência foi muito agradável e satisfatória para todos os alunos. Alguns já tinham tido este tipo de experiência, porém para a grande maioria foi uma coisa inédita. Assim encerramos praticamente todas as atividades da cadeira tendo vivido grandes momentos ao lado do professor Mércio e da professora Andréia.

Luciano Kaminski e Emílio Camera

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Textos de Nélia Bianco e Mágda Cunha: Refletindo

O texto "As forças do passado moldam o futuro", de Nélia Del Bianco, fala-nos basicamente sobre o quão o rádio é importante no meio da comunicação social. O rádio surgiu como uma ferramente incrível e como a melhor da época para todas os jornalistas, porém foi perdendo o seu espaço conforme foram surgindo novas ferramentas como o computador com a internet e a própria televisão. Atualmente vivemos a era digital e o que tem acontecido é a moldura do rádio, que era uma ferramente importantíssima do passado e que agora está passando por um processo de readaptação à sociedade.

As dificuldades desta transição são variadas e, por isso, o processo é um pouco mais complicado do que o que a televisão passou. Novos aparelhos e readaptações das frequências são somente alguns dos procedimentos pelo qual o rádio deverá passar para se adequar ao mundo digital. O sistema que o Brasil deverá implanter possivelmente será semelhante ao do IBOC, pois este não exige a troca do dial e de frequências. Ainda está complicado resolver esta situação, mas a negociação continua para que seja adotado, sim, um sistema semelhante ao padrão digital americano. O que não se sabe, porém, é quando vai acontecer.

O texto "Não é mais possível pensar o rádio como antes", de Magda Cunha, nos mostra que as novas tecnologias podem, sim, ser uma alida do rádio. Antigamente quem quisesse ouvir notícias do dia-a-dia ligava o seu radinho de pilha de manhã cedo e escutava, porém a transmissão do rádio sofreu grandes transformações após o surgimento da internet e da televisão. Atualmente é possível escutar a frenquência da rádio que você quiser pela própria internet ou até mesmo na sua televisão de casa.

Apesar de diminuir os ouvintes do aparelho de rádio em si, isto só comprova a grande força que este meio de comunicação ainda tem nos dias de hoje. A única diferença é que ele vai sofrendo, com o passar dos anos, adaptações para que possa ser transmitido nas novas tecnologias e para que não seja exterminado de uma vez por todas na sociedade. Tanto a TV quanto a internet ajudam nesse processo e não deixam o rádio morrer. O que muda é a forma como este aparelho é visto na sociedade e está claro que não enxergamos mais o rádio como anteriormente, pois as tecnologias transformaram o meio.

Luciano Kaminski e Emílio Camera

Boletim de Televisão: Primeira experiência

Na última aula do Laboratório de Jornalismo, no dia 8 de Novembro, todos os alunos tiveram a primeira experiência no módulo TV. Alguns nunca haviam usado Ipads e também tiveram a oportunidade de mexer com os aparelhos da Aple. Antes de tudo isso, foi nos passada uma aula introdutória de como surgiu a Televisão para que pudéssemos ter uma ideia do contexto em que este meio de comunicação se inseriu dentro da sociedade brasileira.

Feito isso todos nós fomos direcionados para o estúdio de TV da FAMECOS com o objetivo de gravar, por meio dos Ipads, uma matéria de Televisão, conforme já havia sido combinado na semana anterior. A turma foi dividida em grupos de dois alunos e cada dupla ficou com um Ipad para poder gravar e posteriormente editar o vídeo. Muitos optaram por colocar folhas atrás da câmera para poder ler a matéria, enquanto que outros decoraram suas falas e estavam prontos para falar sem o uso da leitura.

Após diversas vezes gravando, alguns erros e muitas gargalhadas todos conseguiram realizar esta primeira experiência como um "repórter" de Televisão. Os que precisaram editar assim o fizeram, enquanto que os que não precisaram hospedaram direto os vídeos no Youtube, Facebook ou outra rede social de sua preferência. Na próxima aula teremos, assim como no módulo Rádio, um programa de Televisão dividido nos mesmos grupos do programa de Rádio. Aí a chapa vai esquentar porque não poderemos ler as matérias e já passaremos por aquele primeiro friozinho na barriga antes de gravar.

Luciano Kaminski e Emílio Camera